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Estudantes de Comunicação Social-Jornalismo em Multimeios Juazeiro-BA

domingo, 9 de janeiro de 2011

Frases de filósofos e pensadores !!!!


Nunca penso no futuro, ele chega rápido demais. (Albert Einstein, físico)
Só sei que nada sei. (Sócrates, pensador)
Só os tolos não sabem que o amor é o mais importante a vida. (Sigmund Freud, criador da psicanálise)
É tão arriscado acreditar em tudo como não acreditar em nada. (Diderot, filósofo)
A obra não é de longe tão racional quanto o ego. (Thomas Moare, filósofo americano)
Só quem já se modificou pode mudar os outros. (Kierkegaard, pensador)
É um estranho desejo desejar o poder e perder a liberdade (Francis Bacon, filósofo inglês)
Aquilo que os homens de fato querem não é o conhecimento, mas a certeza. (Bertrand Russel, filósofo inglês)
Aquilo que não puderes controlar, não ordenes. (Sócrates, filósofo grego)
Aonde quer que você vá, vá com todo coração. (Confúcio, filósofo)
A própria moda e os países determinam aquilo a que se chama beleza. (Blaise Pascal, filósofo)
Aquilo que tudo pode suportar tudo pode tentar. (marquês de Vawernagues, pensador francês)
Nada dura tanto, exceto a mudança. (Heráclito, filósofo grego)
Para ser amado, seja amável. (Ovídio, filósofo)
Existirá alguém tão esperto que aprenda pela experiência dos outros? (Voltaire, filósofo francês)
 O essencial é estar bem consigo mesmo. (Voltaire, filósofo francês)
É mais fácil ser gigante que ser belo. (Nietzsche, filósofo alemão)
Não basta ter grandes qualidades. É preciso também saber usá-las (François-Maire Árovet, filósofo francês)
Beijos não são contratos presentes não são promessas (Willian Shakespeare)
A mulher é o mais belo defeito da natureza. (Isaac Newton, físico)
Único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário. (Albert Einstein, físico)
 Nós poderíamos ser muito melhores se não quiséssemos ser tão bons. (Freud)
A filosofia começa com a admiração. (Platão, filósofo)
A imaginação é mais importante que o conhecimento. (Albert Einstein)
A esperança é o sonho de um homem acordado. (Aristóteles)
O verdadeiro conhecimento vem de dentro. (Sócrates)
Sabemos o que somos, não sabemos o que podemos ser. (Willian Shakespeare)
Uma vida não questionada não merece ser vivida (Platão)
O homem livre de fato só quer o que pode e faz o que lhe agrada (Jean Jacques Rosseau, filósofo francês)

Ampliar os horizontes


Ampliar os horizontes significa ter sempre a mais ampla visão possível do assunto, considerando seus vários aspectos. Essa atitude filosófica envolve:
·         Considerar maneiras alternativas de enxergar a realidade e manter-se aberto a novas visões de mundo, cultivando o gosto pela diversidade.
·         Pesquisar o que já é conhecido, levando em conta como e por que aquele conhecimento foi elaborado, e se ainda pode nos ser útil.
·         Imaginar novas possibilidades, desenvolver ideais, confrontá-los coma realidade e pergunta-se de que modo podem se tornar reais.
·         Elaborar sínteses que englobam o que foi analisado, desenvolvendo imagens ou visões do todo.
·         Levar em conta quem está falando algo, assim como o que está sendo dito e como a pessoa se expressa.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Está de férias?Recomendamos que assistam ao filme"A pequena Jerusalém"

"A Pequena Jerusalém" mistura religião, sexo e filosofia.


Por Frank Scheck



NOVA YORK (Hollywood Reporter) - Este trabalho de estréia da cineasta francesa Karin Albou trata de vários temas importantes, entre eles as intersecções entre sexo, religião e filosofia, mas o faz da maneira mais minuciosa possível.


Descrevendo os complexos relacionamentos físicos e emocionais que acontecem entre os membros de uma família judaica ortodoxa que vive num subúrbio francês apelidado de "Pequena Jerusalém", por sua grande população judaica, "A Pequena Jerusalém" é um filme que possui estilo e faz observações argutas, mas que, em última análise, não resulta em grande coisa.


A personagem principal é Laura (Fanny Valette), uma bela estudante de filosofia de 18 anos que está mais interessada em estudar Kant do que em buscar romance em sua vida. Ela vive com sua irmã mais velha, Mathilde (Elsa Zylberstein), e o marido desta, Ariel (Bruno Todeschini), homem religioso e devoto, além dos quatro filhos do casal e da mãe das duas irmãs (Sonia Tahar), uma imigrante supersticiosa.



As partes principais da trama seguem Mathilde, que estuda as leis judaicas para melhor conseguir satisfazer os desejos eróticos do infiel Ariel, e Laura, que inicia com relutância uma relação com Djamel (Hedi Tillette de Clermont-Tonnerre), imigrante muçulmano argelino.



Embora Albou, que também assina o roteiro do filme, tenha criado personagens e situações interessantes que conduz com estilo visual confiante, "A Pequena Jerusalém" exerce impacto surpreendentemente amorfo sobre o espectador.



Com seu ritmo lento e sua sutileza possivelmente excessiva, o filme nunca chega a realizar plenamente todo o potencial de seus elementos temáticos. Apesar das performances bem texturizadas do elenco e da direção fotográfica maravilhosa de Laurent Brunet, "A Pequena Jerusalém" se evapora da cabeça do espectador enquanto ele ainda está assistindo ao filme.

(cinema.uol.com.br)

A mulher na Filosofia...Como explicar a sua ausência?




Falar em história das mulheres é algo um tanto novo no meio acadêmico brasileiro, mas a questão, aos poucos, vem tomando corpo e invadindo espaços variados de investigação. Maior novidade ainda é falar nos temas "mulheres", "gênero" e "feminino" como conceitos, o que remete ao campo próprio da filosofia. O significado desses termos tem plena atualidade filosófica e crítica. Em primeiro lugar, as mulheres são um tema ou mesmo um tópos de uma história da filosofia escrita por homens. É raro encontrar um filósofo que não tenha se ocupado da questão sempre tratada na intenção da delimitação do lugar do humano em sua relação com as mulheres. Enquanto tema, e em segundo lugar, elas são um assunto que entrelaça motivos políticos, estéticos e metafísicos. É nesse território que aparece o conceito do feminino. Os filósofos homens tentaram construir uma geografia onde situar o feminino que, como símbolo, é o locus específico eleito para as mulheres, para definir sua natureza e ditar-lhes uma lei, uma inscrição no universo previamente tecido da tradição. Gênero é o termo usado há algumas décadas para falar dessa produção de identidade segundo a cultura, a sociedade e os mecanismo de poder nela envolvidos. Gênero, portanto, para o feminismo, é um conceito crítico. Do mesmo modo, os outros dois conceitos devem ser vistos de modo crítico, considerando o aspecto retórico, a função e o uso que tentam fazer valer a verdade histórica contida na palavra. (...)



A ausência histórica das mulheres da filosofia pode ser explicada de muitos modos. O primeiro motivo a ser levantado é, portanto, o silêncio feminino facilmente observável na um tanto escassa produção de livros e textos. As mulheres filósofas são poucas e de produção quase rara relativamente aos homens. É claro que falo aqui em termos quantitativos. Não é possível dizer que as mulheres escreveram muito para acobertar uma acusação de inferioridade intelectual - argumento que, mesmo comum, não encontraria sustentação -, nem é possível dizer, entretanto, que não escrevessem ou participassem da fundação da tradição da filosofia. É preciso enfrentar a questão do silenciamento. Apenas a desmontagem desse processo histórico, por meio de uma genealogia que procura verificar seus elementos originários sempre presentes e renascentes na atualidade, permitirá compreender, pela via negativa, a verdade oculta na produção do silêncio imposto. As mulheres, é certo, participaram da filosofia, mas pela porta dos fundos, assim como de todos os setores da vida produtiva e ativa das sociedades. A improdutividade das mulheres - que não se esqueça - não pode ser avaliada sem a procura por aspectos que tocam na fundamentação dos movimentos da história. A alegação de que as mulheres tenham sido, ao longo do tempo, seres do silêncio por sua própria natureza ou que, na divisão do trabalho, tenham ficado com as tarefas do corpo, da procriação, da casa, da agricultura, da domesticação dos animais, por questões sempre naturais, perde sua validade. A produção do ideal da "natureza feminina", assim como de uma "natureza do homem" ou mesmo uma "natureza humana" serve à delimitação do humano segundo a utilidade necessária à constituição e ao interesse do poder e seus guardiões. Os filósofos sempre tocaram com essa questão na produção do humano por meio de sua definição. As mulheres sempre representaram mais do que a cultura excluída da cultura, ou da cena dos meios de produção e do conhecimento: as mulheres representam a humanidade excluída da humanidade. (...)



Márcia Tiburi.
Filósofa.
Texto extraído do blog"Mulheres da Filosofia"

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Revista Capricho Edição nº 1023. julho 2007. P. 64. Texto: Bárbara Semerene.

 -Não importa se você é iniciante, iniciada ou avançada no tema. Aqui estão as respostas para as dúvidas que você sempre teve e não sabia para quem perguntar.


1. Todas as meninas sentem dor na primeira vez?


Pense bem. Sua vagina até hoje não conheceu nada mais espesso que um dedo. É natural que, quando ela recebe um, digamos corpo estranho você ache tudo muito diferente e fique tensa – fora o surto por estar sem roupa, perdendo sua virgindade etc. Com tanto nervosismo a garota contrai os músculos da vagina, o que dificulta a dilatação e lubrificação para entrada do pênis. Se estiver relaxada segura do que quer, não vai doer. Ou vai doer muito pouco. Você já se depilou com cera fria? Então, acredite você já passou por dores piores.



2. E sempre sangra?

Tire da sua cabeça senas de filmes com a máquina mortífera. A maioria das meninas tem um pequeno sangramento na primeira transa provocado pelo rompimento do hímen. Mais ele pode se romper sem que haja ruptura de vasinhos. Também hímen elástico, que não se rompe nas primeiras transas. Aí a menina não sangra.



3. Posso engravidar na primeira vez?

Claro! Não é a primeira vez que você tem carta branca. Depois da primeira menstruação, o que determina se você vai ficar grávida ou não é o seu período fértil, ou seja, os dias em que você está ovulando, Esse período gira em torno do 14º dia após o primeiro dia da menstruação – isso se seu ciclo for super-regular. Se transa sem camisinha nesses dias, já era: não importa se foi na primeira ou na vigésima vez.



4. O que é orgasmo?

Pergunte o que é a vida e para aonde vamos. É mais fácil! Ok. Agora sem brincadeira: é uma reação do corpo, que dura alguns segundos (nos homens, de 2 a 5 segundos, e nas mulheres, de 5 a 10 segundos), sentida durante a masturbação e o sexo, resultado de uma intensa excitação das zonas erógenas e órgãos sexuais. Traduzindo: é uma sensação externa de prazer, que não tem uma regra nem de tempo, nem de intensidade. Você já espirrou na vida, certo? Orgasmo é como um espirro: às vezes você da um espirrinho, às vezes, um espirrão. E ás vezes quaase espirrra, mas ih, não deu!



5. Sexo oral tem gosto ruim?

O pênis não tem gosto nem cheiro (se o cara for limpinho, claro!). O que tem cheiro meio ruim, parecido com o de cândida, e o esperma (claro que uma coisa se mistura com a outra. Mas enfim...).

Um mágico amor medieval

Tristão e Isolda

Tristão é órfão e sua herança foi-lhe tomado pelos vassalos de seu pai. Ele então ingressa no castelo do tio, o rei Marcos, que o educa, transformando-o em cavaleiro defensor da Távola Redonda. Além de valente e destemido, Tristão é poeta e músico.

Numa de suas aventuras, Tristão mata o gigante Marolt, ao qual pesados tributos eram pagos pela corte. Na batalha, recebe vários ferimentos que só podem ser curados com a magia da rainha da Irlanda. Mas ela é inimiga do rei Marcos, e Tristão é conduzido a seus domínios disfarçado em músico. Usando o nome de Tântris, Tristão acaba se tornando professor de Isolda, filha da rainha.

Ao voltar ao castelo do tio, Tristão lhe conta da beleza de Isolda. Marcos, entusiasmado coma possibilidade de pôr fim às inimizades, pede a princesa em casamento. A rainha aceita o pedido e, pensando na felicidade de Isolda, prepara uma porção mágica – o líquido Minnetrank – que tem o poder de conduzir o noivo ao estado de paixão. Mas, no banquete de núpcias, os copos trocados por uma criada desatenta – e quem bebe a água mágica é Tristão.

A magia instala no intimo dos dois jovens uma luta arrebatada entre o pecado e a virtude. Tristão e Isolda são surpreendidos pelo rei Marcos, que os expulsos do castelo. Os dois eram por três anos e chegam a uma condição de terrível desgraça. O tio de Tristão se arrepende e os perdoa – recolhe Isolda e deporta o sobrinho.

Em país estranho, Tristão se casa com uma jovem – que também se chama Isolda. Ela o ama, mas Tristão vive das lembranças de seu amor passado. Ele é novamente ferido em uma batalha e pede que venha curá-lo a Isolda de suas esperanças – ela havia herdado a arte da magia curativa de sua mãe, Tristão espera, quase morto, o socorro de Isolda.

O navio que trará Isolda deve chegar içando velas brancas. Mas a esposa de Tristão, informada do detalhe da chegada da rival e magoada comas preferências do marido, vinga-se segreda nos ouvidos dele que o navio chegou, mas içando velas negras – sinal de que Isolda havia morrido. Amargurado, Tristão desfalece antes que a embarcação atraque. Isolda desembarca e corre ao encontro do amado. É tarde: Tristão está morto.





Bernardo Pelegrini e Maria Angélica Abramo. Almanaque do amor. P.56

Liberdade para sentir ou sentir com liberdade

De um lado, um amor é uma história de respeito à liberdade do outro. De outro lado, é uma busca contínua de fazer respeitar a própria liberdade.

A relação entre pessoas que não consideram essas delicadezas levam Sartre a dizer, pela boca na personagem Garcin.

“Vocês se lembram: o enxofre, a fogueira, as grelhas... do inferno? Ah, que brincadeira. Não há necessidade de grelhas: o inferno são os outros!”

Contudo essa visão pessimista não apresenta o conjunto da obra do filófoso: foi uma fase.

Sartre percebe que querer ser amado é tentar assimilar a liberdade de outrem, sujeitando-a à própria liberdade. Mas, ao mesmo tempo, ninguém quer ser amado só porque o outro lhe fez um dia de promessa: “Amo você porque me comprometi e não quero voltar atrás na minha palavra”. Do mesmo modo, ninguém admite ser verdadeira uma relação semelhante à que se teria com aquelas bonecas infláveis que aparecem no cinema. São usadas e depois vão para a caixa. Esvaziadas.

Todos queremos também o risco renovado da possibilidade de não ser amado. Nós somos assim mesmo. Gostamos do risco e da ambiguidade.

Tendemos a rejeitar o amor que admite ser sempre um objeto passivo para nós. Por isso ninguém constrói uma relação saudável com o amor que o quer escravo. Além de tudo, ficamos sempre no sobressalto de que esse amor pode também escapar de nós.

No amor è inevitável esse conflito entre a tendência de transformar o outro em objeto e a de se deixar ser objeto. Esse conflito é saudável, pois mantém o equilíbrio da relação afetiva.



(Fernando José de Almeida, Op. cit, p. 21)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Era Moderna

INVESTIGAR

Investigar que dizer procurar respostas para os problemas, examinar e comparar essas respostas, buscar as conclusões mais satisfatórias (nem sempre definitivas), questionar as próprias perguntas para avaliar se são satisfatórias e se vale a pena investigá-las, Fazem parte do investigar:

*Formular hipóteses, analisar e classificar diferentes tipos de repostas, abrindo um amplo leque de alternativas.

*Comparar e examinar alternativas, distinguindo opções válidas, consistentes, interessantes, significativas.

*Estabelecer critérios para julgar e classificar as opções. Escolhê-las, defini-las.

*Formular e desenvolver conceitos que explicam o quê, o como e o porquê de algo.

*Analisar as bases a partir dos quais construímos nossos conceitos e verificar se são seguras, claras, razoáveis.

*Buscar os princípios a partir dos quais possamos explicar as coisas.

*Examinar as razões e os argumentos apresentados que justificam as idéias, assim como formular e desenvolver suas próprias razões e argumentos para defender ou criticar idéias próprias e alheias.

Questionar

Questionar significa ser curioso, perguntar a si mesmo e aos outros sobre tudo o que existe, colocar em questão as afirmações feitas sobre a realidade, interessar-se pelas coisas e pensar sobre elas, suspeitar do que é dito habitualmente, desconfiar das convenções estabelecidas. Algumas perguntas podem ajudá-lo no ato de questionar:

*O QUE É? (O que são as coisas que estão à nossa volta? Como se definem, o que significam [os costumes, as crenças, a natureza]? Quem somos? O que significam nossa experiência, nossas idéias, sensações, emoções ? Exemplos: o que é a vida ? Quem sou eu?)

*COMO ACONTECE? (Como funcionam as coisas naturais e humanas, que relações elas mantêm entre si? Exemplos: como surgiu a vida? Como determinar o que é vivo ou não? Como sou? Como me tornei o que sou?)

*POR QUÊ? PARA QUÊ? (Qual o sentis, a razão, a justificativa, a finalidade, o objetivo das coisas ou dos fenômenos naturais e humanos? Poe que elas são o que são e por que acontecem dessa maneira? Exemplos: para que existe a vida?